quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Vagas de Trabalho

Operador de telemarketing Receptivo
Perfil da Vaga:
São 1000 mil vagas todos os meses
 
Requisitos:
·       Ter de 18 a 50 Anos
·       Ter 2° grau completo,
·       Ter noções básicas de informática,
·       Não necessita ter experiência anterior
·       Vagas em Barueri e Pinheiros

Contatos: Telefone:4164-3532 Falar com Priscila ou Rodrigo

Seleção:
De segunda a sexta-feira das 8h00 às 16h00

Porteiro

Requisitos:

·   Ter de 22 a 50 Anos e acima de 1,70m de altura.

Vagas para Zona SUL e Alphaville

Vigilante

Requisitos:

·       Ter de 22 a 45 Anos, sem experiência
·       Ter acima de 1,70m de altura
·       Ter com curso atualizado


Pedreiro - Encanador - Eletricista - Azulejista - Ajudante de Pedreiro ou Jardineiro

Requisitos

·       Homem, de 20 a 50 Anos
·       Ter experiência de no mínimo 6 meses,

Vagas em Barueri e região

Seleção:

De segunda a sexta-feira das 8h00 às 17h00

Endereço:
Rua Joaquim das Neves nº10
Centro de Carapicuíba, travessa da Av. Rui
Barbosa, próximo à Previdência Social,
Telefone:4164-3532 com Rodrigo ou Priscila

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

É preciso rever conceitos educacionais

Diretor-executivo PreparaOsasco

Todo ano, os pais fazem um esforço danado para motivar seus filhos a ser bons alunos, mas sofrem diante da falta de orientação mais segura ou mesmo diante do excesso de orientação contraditórias. Esse foi o mote principal de um artigo publicado no New York Times do ano passado, assinado por Benedict Carey relata que aquele velho e surrado conjunto de leis clássicas não funciona. Os conselhos são: ter um lugar limpo e silencioso, um programa caseiro de trabalho, definir objetivo e limites, não prometer prêmios nem facilitar muito a vida dos estudantes.
"Tais teorias se desenvolveram em parte por que sistemas de pesquisa educacional muito rígidos não fornecem orientações claras sobre como agir. As características dos estudante interagem com os estilos de ensino, assim como interagem com as regras de casa. O problema é que ninguém pode prever como as interaçoes ocorrem", relata Carey.
O texto de Carey vai mais longe: "Nos últimos anos, os cientistas cognitivos têm demonstrado que algumas técnicas simples podem melhorar de forma confiável o que mais importa: o quanto o aluno aprende a estudar".
"As descobertas podem ajudar a qualquer um, de um aluno de quarto ano num cálculo matemático a um aposentado aprendendo um novo idioma". 
Diz ainda que em vez de mantermos um local de estudo basta alternar a sala onde a pessoa estuda para melhorar o grau de retenção do material estudado. Assim como aumenta a retenção estudar temas distintos, mas correlatos, numa mesma sessão de estudos, em vez de se concentrar intensamente em um único tema.
"Nós lidamos com esses princípios durante algum tempo. É intrigante que as escolas não os tenha melhorado por tentativa e erro", disse Robert A. Bjork, um psicólogo da Universidade da Califórnia, Los Angeles. "Em vez disso, andamos por aí com todos os tipos de crenças não examinadas sobre o que funciona mas que não funciona."
Pegue a noção de que as crianças têm estilos específicos de aprendizagem, que alguns são "aprendizes visuais" e outras são auditivas, alguns são "cérebro-esquerdo", outros "cérebro-direito”. Em uma recente revisão do conhecimento acumulado a respeito, publicada no revista Psychological Science in the Public Interest, uma equipe de psicólogos encontrou pouquíssimo apoio para tais idéias. "O contraste entre a enorme popularidade dos estilos de aprendizagem do sistema educacional e a falta de evidências dignas de crédito é, em nossa opinião, surpreendente e preocupante", concluíram os pesquisadores.
"O mesmo vale para estilos de ensino, dizem os pesquisadores. Alguns excelentes professores estacam na frente do quadro-negro como Falstaffs (personagem de Shakespeare). Outros se recolhem num certo estado de timidez. "Ainda temos de identificar os traços comuns entre os professores que criam um ambiente de aprendizagem construtivo", disse Daniel T. Willingham, um psicólogo da Universidade de Virgínia e autor do livro "Why Don't Students like school?” (Por que alunos não gostam da escola?"

Nós que lidamos, hoje, no Brasil, com dificuldades não examinadas talvez devamos nos autorizar a empreender esforços no sentido de ajudar as pessas a aprender a aprender. O conceito não é exatamente novo, mas curiosamente vem de meios empresariais e não educacionais.

Na Prepara usamos um método em que não existem turmas, cada aluno faz seu horário tendo sempre um monitor atento a seu lado. Não encorajamos a dificuldade como caminho para um aprendizado fecundo e até mesmo rápido. O aluno deve entrar com seu interesse e empenho, os pais com seu apoio constante e até mesmo algumas trocas de informação (antigamente seriam cobranças ríspidas). 

Claro, o Brasil tem um tremendo buraco educacional a superar. Aqui, apenas, fazemos a nossa parte.



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Escola Prepara Cursos Unidade Osasco Contrata Para Início Imediato.


                                             
·       PROMOTORA DE VENDAS.

·       ATENDENTE /DIVULGADOR (A) COMERCIAL.

Pré-Requisitos Obrigatórios:

·       Idade mínima de 18 anos.

·       Sexo Feminino.

·       Preferencialmente residir na região de Osasco.

·       Preferencialmente já ter trabalhado em escola de informática ou idiomas.

·       ÓTIMA COMUNICAÇÃO

BENEFÍCIOS:

Salário Fixo/Vale Transporte/Plano de Carreira/Comissão/Ass. Médica/Cursos de Qualificação Na Área.CLT/Seguro de vida.

Interessados enviar cv c/foto para rodrigo.manzatto@preparasp.com.br
OU entregar em mãos na rua dos marianos, 36, Centro, Osasco- SP.  A/C de Rodrigo.
Ponto de Referência: Em frente ao Banco do Brasil da Rua Antonia Agú.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A diferença entre algo bem-feito e algo "meia-boca"

Incrível, o texto a seguir é um primor de exemplo para todo mundo que pensa em reciclagem profissional.  Foi extraído do curso Dreamweaver, 
cuja redação exemplar de Tadeu Carmona faz merecer sérios elogios.


Leia e releia. Será proveitoso. 

Márcio Teixeira



Por Tadeu Carmona

A diferença entre uma coisa bem-feita e outras não tão bem-feitas é o modo como o trabalho começa. Existe um princípio metafísico que diz que uma coisa não pode nascer maior do que o objeto ou ser que a gerou. 

Aplicado ao mundo dos trabalhos profissionais, sobretudo na área de informática, esse princípio pode ser bem exemplificado:  da bagunça não pode nascer algo organizado, da mediocridade não pode nascer nada sensacional, do simplório não vai surgir nada sofisticado.

Quando a Internet firmou-se, na década de 1990, juntamente com a multidão das empresas pontocom que aproveitaram a explosão da Rede Mundial para ganhar dinheiro, a programação ou desenho de páginas em HTML se tornou equivalente a um curso de engenharia em alguma coisa muito sofisticada, como fazer foguetes ou consertar reatores nucleares. 

Criou-se até uma profissão, o webdesign, o “desenhista de webs”, um sujeito responsável por tornar uma página funcional e atraente ao mesmo tempo. Desde o início da Internet, várias pesquisas já foram feitas sobre o tempo que as pessoas gastam olhando uma página Web a procura do que desejam. Os resultados mostram que, se o desenho de uma página não atrai o usuário em até 5 segundos, ele se “desliga” do conteúdo e digita outro endereço. 

E essa chance é única: ao contrário do que acontece com o controle remoto da televisão, o usuário da Internet não dá um zapping por tudo que está disponível e retorna no final ao mesmo canal.

Bom, não é a toa que as empresas pontocom faliram. Páginas bonitas e atraentes – como as que as pesquisas advogam como as ideais para a conquista da audiência – não podem sair de algo tão simples, linear e, literalmente, textual como o HTML. HTML puro, processado em modo texto, gera conteúdo escrito formatado e distribuído em certo leiaute – uma página limpa e organizada (ou nem tanto, dependendo do designer), mas nada mais que isso. Não existem grandes recursos, ou ao menos não existem recursos que valham a pena. Afinal, o maior não pode sair do menor.

Por que não fazer, então, com que a fonte fique maior? Foi o que a Macromedia fez ao lançar o Dreamweaver, uma ferramenta gráfica de produção de sites que permite a edição manual de código HTML, ao mesmo tempo em que possui uma interface no formato inserir arrastar-e-soltar, comum à maioria dos programas do Windows. Você quer trabalhar com formulários dinâmicos e scripts? 

O Dreamweaver possibilita a inserção de objetos de outras linguagens de programação ainda durante o desenvolvimento da página, e ajuda a atrelar uma ação programada a um objeto criado anteriormente. Quer criar menus deslizantes? O Dreamweaver foi a primeira ferramenta que possibilitou a criação desse tipo de design, muito antes das facilidades do Flash e do Java.

Por falar em Flash, o Dreamweaver também permite a inserção de conteúdo Flash dentro de páginas HTML, ou a montagem de banners e janelas de aplicativo. Isso sem falar nas opções de segurança, servidor FTP próprio, arquivos virtuais...

Largue seus códigos HTML escritos no Notepad, esqueça o Front Page, relegue os editores de código “simpáticos” ao esquecimento. Se você quer uma coisa grande, bem-vindo ao mundo do Dreamweaver".

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Prepara Osasco e Escoteiros Tuidara recolhem contribuições para desabrigados

A partir de sábado, 22, a Prepara Osasco e o Grupo de Escoteiros Tuidara estarão recolhendo contribuições do moradores de Osasco e Região para ajudar os desabrigados pela catástrofe no Rio de Janeiro.


Um carro de som já está rodando pelas ruas da cidade anunciando a campanha.


Todo o material arrecadado será entregue à CRUZ VERMELHA, entidade séria e preparada para fazer a distribuição.


Você também pode ajudar levando sua contribuição à sede da escola: Rua dos Marianos, 36, centro de Osasco.


Veja a lista dos produtos essenciais que estão faltando:


Alimentos:
Água
Leite longa vida
Biscoitos - salgados e doces
Macarrão instantâneo
Enlatados de consumo imediato


Produtos de limpeza:


Desinfetantes/Sabão em pó/Detergente/pano de chão/vassoura/rodinho/balde/álcool gel/papel higiênico/fraldas descartáveis, fraldas geriátricas, sabonetes, creme dental, escovas de dente e shampoo.


Prepara Osasco e Grupo de Escoteiros Tuidara, juntos para fazer do Brasil um país mais justo e mais humano.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Carrefour abre 140 vagas de trabalho

Os principais benefícios prometidos são: assistência médica, refeição, vale-transporte, seguro de vida, férias e cartão Carrefour de funcionário.

O Carrefour é um dos maiores empregadores privados. Além dos ganhos, a empresa promete facilitar o crescimento profissional de seus colaboradores.
Mais informações: www.carrefour.com.br/carreira

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

"A revolução das mídias digitais, que não estamos vivendo"

O artigo a seguir é uma tradução livre tradução do texto "Activism after Clicktivism'', de Micah White, sendo originário do portal www.RH21.com.br

“Há mais de uma década somos vítimas de uma certa letargia frente a tela do computador. Acreditamos nas promessas dos tecnocratas e visionários digitais (como o hype viral do MoveOn e similares) e, com isso, passamos a confiar demais em uma forma de organização através da Internet.
“Somamos voz aos bordões do marketing, entulhamos sites com enfeites em Ajax e utilizamos apps de todos os tipos para mídias sociais. Tudo isso com a fé de que o cliktivismo poderia desencadear uma transformação social.
“Mas o que acontece é que nossa revolução fica cada vez mais a cargo das tecnologias de San Francisco e das novas formas de publicidade. A consequência é o encolhimento de nosso potencial revolucionário, vítima da nossa crescente dependência dos artífices tecnológicos.
“Clicktivismo é o ativismo poluído pela lógica do consumismo. A publicidade e as ciências da computação subjugam, dessa forma, o ativismo. Talvez o que melhor define esse tal de clicktivismo é a obsessão por métricas. Cada link clicado e email aberto é meticulosamente monitorado.
“Para obter maior apelo das massas, os clicktivistas diluem suas mensagens convocando colaboradores para a ações ('call-to-action') fáceis, insignificantes e impotentes.
“Os objetivos da campanha geralmente são focados exclusivamente em inflar o percentual de participação, sem necessariamente derrubar ou enfrentar o status quo. No final, a transformação social é vendida como uma marca de papel higiênico.
“O problema fundamental dessa abordagem tecnocrática é que as métricas medem somente o que é mensurável. O clicktivismo negligencia o que é mais vital para a revolução, como as imensuráveis crises psicológicas internas e epifanias pessoais das quais as grandes rupturas sociais são feitas.
“A história das revoluções atesta que o levante é sempre improvável, imprevisível e arriscado. Logo, alguns pronunciamentos banais sobre "democracia em ação" juntamente com uma petição on-line não darão início a uma transformação social efetiva.
“Como Malcolm Gladwell afirmou recentemente, "ativismo que desafia o status quo, que ataca profundamente a raiz dos problemas - não é para os fracos de coração".
“O clicktivismo incita o receio de se destacar da multidão, de se singularizar e de tomar uma posição marcante, desencorajando, assim, ações mais drásticas. E como tal, o clicktivismo nunca criará uma revolução social de fato. Pensar que o fará é uma falácia que estamos alimentando.
“O legado do clicktivismo está dando um reboot no ativismo como o conhecemos. Está dando início a uma mudança de paradigma na noção de transformação social e abrindo as portas para uma nova geração de ativistas.
“Esse rejuvenescimento é encorajado por três insights táticos:
  • revoluções são frutos de epifanias;
  • a Internet é o melhor instrumento para provocar memewars;
  • as ações ousadas do mundo real são a base indispensável de qualquer mudança social.
“Essa nova geração perdeu a confiança nas discussões vazias dos gurus digitais e seus "10 passos para o sucesso" . Abandonam as métricas, deletam logs de sites e ignoram o analytics. Em seu lugar, a poesia apaixonada recupera a primazia.
“O desafio de provocar epifanias é a nova prioridade revolucionária. Mas isso não significa que devemos fechar inteiramente nossos olhos para o potencial da tecnologia.
“Pelo contrário, a próxima geração de ativistas irá prontamente reconhecer que a Internet desempenha um papel tático crucial. Na batalha pelo sentido, a velocidade de disseminação de bombas semióticas, emboscadas imagéticas e vírus cognitivos são essencialmente estratégicos. Isso é uma memewar.
“Ainda assim, a ação no mundo real é a única forma de realizar alguma revolução social. Clicar em um link nunca será o mesmo que ocupar as ruas.
“Ser um ativista é assustador. Toda transformação social é inicialmente repudiada, afinal, a insurreição sempre começa com a desobediência. Momentos antes da vitória, todo revolucionário sente um frio na espinha. E o clicktivismo nos encoraja a evitar exatamente essas emoções, a nos esconder por trás do mouse e a adotar a inércia do clique passivo.
“O ativismo só irá renascer quando os revolucionários encontrarem força através da intensidade dos protestos e das emoções desencadeadas pela participação em motim”.

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